Após Space X, aéreas dos EUA veem novos concorrentes 'espaciais'
Lançamento comercial de foguetes, em número crescente nos céus norte-americanos, preocupam as companhias do país
No início deste ano, o milionário Elon Musk e sua empresa futurista Space X lançaram um foguete no céu da Flórida, nos Estados Unidos. O que, antes, parecia apenas um teste da empresa aeroespacial, agora já preocupa as companhias aéreas norte-americanas, que já enxergam novos 'concorrentes' a caminho.
Além de Musk, o CEO da Amazon, Jeff Bezos, e o fundador do Virgin Group, Richard Branson, também planejam entrar nesse mercado. Seja nos céus do Cabo Canaveral ou do Novo México, as aéreas dos EUA passam a acreditar que os lançamentos desses gigantes da tecnologia vão afetar suas operações pelo país. O tempo nos céus e as rotas passam a ter cada vez mais players as disputando.
De acordo com a diretora de Assuntos Governamentais da Space X, Caryn Schenewerk, é preciso que o espaço aéreo do país contemple os dois mercados e que ambos 'se conversem' mais. Só no ano passado, foram 23 lançamentos comerciais de foguetes, e esse número deve aumentar ao longo de 2018.
O principal lançamento da Space X na Flórida, em fevereiro deste ano, causou 568 atrasos de voos nos aeroportos. Segundo o Alpa, sindicato que representa pilotos dos EUA e Canadá, a cada dez voos atrasados, existe um prejuízo de US$ 70 mil. "O próximo passo é colocar os foguetes espaciais e as viagens aéreas juntas, para que ambos possam operar em harmonia", afirmou o presidente do sindicato, Tim Canoll.
Além de Musk, o CEO da Amazon, Jeff Bezos, e o fundador do Virgin Group, Richard Branson, também planejam entrar nesse mercado. Seja nos céus do Cabo Canaveral ou do Novo México, as aéreas dos EUA passam a acreditar que os lançamentos desses gigantes da tecnologia vão afetar suas operações pelo país. O tempo nos céus e as rotas passam a ter cada vez mais players as disputando.
De acordo com a diretora de Assuntos Governamentais da Space X, Caryn Schenewerk, é preciso que o espaço aéreo do país contemple os dois mercados e que ambos 'se conversem' mais. Só no ano passado, foram 23 lançamentos comerciais de foguetes, e esse número deve aumentar ao longo de 2018.
O principal lançamento da Space X na Flórida, em fevereiro deste ano, causou 568 atrasos de voos nos aeroportos. Segundo o Alpa, sindicato que representa pilotos dos EUA e Canadá, a cada dez voos atrasados, existe um prejuízo de US$ 70 mil. "O próximo passo é colocar os foguetes espaciais e as viagens aéreas juntas, para que ambos possam operar em harmonia", afirmou o presidente do sindicato, Tim Canoll.
*Fonte: Bloomberg